domingo, 25 de março de 2012
sábado, 17 de março de 2012
Semana da leitura e da Poesia
Ao longo da próxima semana, as bibliotecas da Rede de Bibliotecas de Oliveira do Bairro irão comemorar a "Semana da Leitura e da Poesia".
Ir-se-ão desenvolver várias atividades, entre as quais: "Poesia a corar", "Doce poesia", "Há poesia na biblioteca", "Há poesia na sala de aula", "Poesia à porta: poemas proclamados", "Galeria de poesia", "Ao ritmo da poesia"...
Ir-se-ão desenvolver várias atividades, entre as quais: "Poesia a corar", "Doce poesia", "Há poesia na biblioteca", "Há poesia na sala de aula", "Poesia à porta: poemas proclamados", "Galeria de poesia", "Ao ritmo da poesia"...
sexta-feira, 16 de março de 2012
Conversas com Chá - Vertigem
No dia 9 de março realizou-se mais uma "Conversas com Chá", desta vez na ESOB. O convidado foi o Dr. José Romão, médico otorrinolaringologista dos Hospitais da Universidade de Coimbra, que nos falou, de uma forma descontraída e acessível, sobre a complexidade dos mecanismos associados à vertigem.
Foi um serão bem passado em que o convívio e a aprendizagem estiveram associados.
A próxima e última "Conversas com Chá" - "Caminhos da Memória"-, inserida na comemoração do "Dia da Liberdade", realizar-se-á no IEC (Instituto de Educação e Cidadania), no dia 27 de abril.
Fica aqui o convite. Até lá!
sábado, 3 de março de 2012
Vertigem
VERTIGEM
Os padrões de vida atuais e o envelhecimento da população contribuíram para o aumento da incidência de muitos distúrbios funcionais e/ou degenerativos que envolvem os órgãos dos sentidos, o sistema nervoso central e periférico e o sistema músculo-esquelético.
É neste contexto que se enquadram a maior parte das alterações do equilíbrio que, sobretudo nos idosos, constituem uma causa muito frequente de quedas e de traumatismos diversos, com graves repercussões próprias e sociais.
Uma adequada postura estática ou dinâmica depende de uma precisa harmonia entre múltiplos fatores. Em primeiro lugar, todas as aferências sensoriais — vestibulares, visuais e somatosensoriais — têm de ser concordantes. Depois, tem de existir um centro integrador destas sensações e que desenvolva as consequentes ações para manter a postura. Estas estratégias são reflexas e têm de ocorrer permanentemente e sem a consciência dos desequilíbrios. São organizadas pelo sistema nervoso central e só atingem o limiar da consciência quando são ultrapassados os limites de eficiência dos reflexos posturais. Por fim, o sistema depende das capacidades dos efetores periféricos musculares (oculomotores e posturais) e osteoarticulares, particularmente das articulações dos tornozelos, joelhos, ancas e coluna.
Se a estes aspetos se adicionarem as inúmeras patologias sistémicas que direta ou indiretamente com eles interferem, é fácil admitir a complexidade fisiopatológica das alterações do equilíbrio e, consequentemente, das suas terapêuticas.
A vertigem (sensação de rotação do próprio em relação ao ambiente ou de rotação do ambiente) é apenas um dos vários sintomas associados a estas patologias. O estudo das suas caraterísticas é basilar para o diagnóstico e para o acompanhamento destas situações clínicas.
Neste trabalho será feita uma abordagem da síndrome vertiginosa sob uma perspetiva otorrinolaringológica, o que pressupõe o estudo das vertigens de origem periférica (vestibulares), ainda que com as necessárias incursões por outros domínios.
É neste contexto que se enquadram a maior parte das alterações do equilíbrio que, sobretudo nos idosos, constituem uma causa muito frequente de quedas e de traumatismos diversos, com graves repercussões próprias e sociais.
Uma adequada postura estática ou dinâmica depende de uma precisa harmonia entre múltiplos fatores. Em primeiro lugar, todas as aferências sensoriais — vestibulares, visuais e somatosensoriais — têm de ser concordantes. Depois, tem de existir um centro integrador destas sensações e que desenvolva as consequentes ações para manter a postura. Estas estratégias são reflexas e têm de ocorrer permanentemente e sem a consciência dos desequilíbrios. São organizadas pelo sistema nervoso central e só atingem o limiar da consciência quando são ultrapassados os limites de eficiência dos reflexos posturais. Por fim, o sistema depende das capacidades dos efetores periféricos musculares (oculomotores e posturais) e osteoarticulares, particularmente das articulações dos tornozelos, joelhos, ancas e coluna.
Se a estes aspetos se adicionarem as inúmeras patologias sistémicas que direta ou indiretamente com eles interferem, é fácil admitir a complexidade fisiopatológica das alterações do equilíbrio e, consequentemente, das suas terapêuticas.
A vertigem (sensação de rotação do próprio em relação ao ambiente ou de rotação do ambiente) é apenas um dos vários sintomas associados a estas patologias. O estudo das suas caraterísticas é basilar para o diagnóstico e para o acompanhamento destas situações clínicas.
Neste trabalho será feita uma abordagem da síndrome vertiginosa sob uma perspetiva otorrinolaringológica, o que pressupõe o estudo das vertigens de origem periférica (vestibulares), ainda que com as necessárias incursões por outros domínios.
José Romão
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