segunda-feira, 11 de junho de 2018

Percurso Cultural da Lisboa

Eram sete da manhã,
o autocarro chegou.
P’ra Lisboa com afã,
o ledo grupo rumou.

Amália era o seu destino,
a guia o esperava,
cuidando que era divino
o local que lhe mostrava.



Alma tinha de fadista
este templo encantado.
E tudo o que tinha à vista
foi por ela decorado.



A malta foi de seguida
almoçar bem animada,
pela fome muito unida;
pelo gosto separada.

Barraca já tinha sido
o Palácio visitado,
de madeira construído
e na Ajuda situado.

Foi construído p’ra ser
a terramotos imune,
mas a vela fê-lo arder
num funesto e fero lume.

De traçado neoclássico
e mais tarde edificado,
o imponente Palácio
permanece  inacabado.





Vinha cheio de cultura
o grupo que regressou,
na boca vinha a amargura
do pastel que não provou.




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